A propósito,
elas continuam a florir lá em casa. Afinal, eu costumo cumprir o que prometo e tu, tu tiveste o azar (ou a sorte) de ser o primeiro gajo que alguma vez me ofereceu flores. Mesmo sem ser da forma mais habitual.Na voz dos outros, podemos ser tudo. Cabe-nos decidir ser mais alguma coisa.
elas continuam a florir lá em casa. Afinal, eu costumo cumprir o que prometo e tu, tu tiveste o azar (ou a sorte) de ser o primeiro gajo que alguma vez me ofereceu flores. Mesmo sem ser da forma mais habitual.
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quarta-feira, agosto 06, 2008
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bem que os talentos não se esgotam e que todos os dias há músicas novas para eu ouvir e gostar. Assim, é mais fácil conseguir pôr de parte, só por uns tempos, aquelas que ouvimos juntos tantas vezes (e que, às vezes, ainda me fazem chorar, mas outras já me fazem sorrir).
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quarta-feira, agosto 06, 2008
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terça-feira, agosto 05, 2008
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segunda-feira, agosto 04, 2008
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sexta-feira, agosto 01, 2008
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enjoa. Ou não. Apesar de um abuso poder ter consequências menos agradáveis, como passar um domingo de rastos no sofá (pronto, a ressacar, eu confesso), há coisas de que nunca nos fartamos. É por isso que já tenho as limas lá em casa. Só faltam os convidados. E uma semana para ir de férias.
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quinta-feira, julho 31, 2008
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Já não me lembro de quando foi a primeira vez, mas ainda nem sequer era moda. Foi no Bairro, na Rua da Rosa, sentada no chão como manda a tradição. Confesso que na altura só gostei mesmo das lulas, finíssimas e com um molho divinal que disfarçava qualquer aroma mais intenso a mar. Mais tarde, nova tentativa e nova constatação de que não gostava mesmo. Solução: optar pelos pratos cozinhados e tentar evitar perceber que os vizinhos do lado estavam a engolir fatias de peixe cru.
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quinta-feira, julho 31, 2008
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Não sei viajar com pouca bagagem. Nunca consigo decidir o que é supérfluo e o que não é, e acabo por levar atrás de mim uma mala pesadíssima para onde quer que vá.
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quarta-feira, julho 30, 2008
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é que eu vou este ano? Onde me levam os dias inúteis de férias, já que os de trabalho são úteis? Daqui a pouco mais de 8 desses dias, deixarei para trás a rotina dos dias de um trabalho que nada tem de rotineiro para sair por aí, num caminho que não inclui as cidades que ainda não conheci, uma viagem por um país encantado ou a semana ao sol banhada por refrescantes e animadoras caipirinhas. Há-de me valer o reviver de bons tempos em boa companhia. Hão-de valer-me os meus livros e a minha máquina fotográfica. E hão-de valer-me os sonhos que sei que um dia realizarei.
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terça-feira, julho 29, 2008
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Ontem aprendi que o amor é como um rio. Temos que o deixar fluir, compreender que nós somos pedras que rolam no seu curso, seja este calmo ou tortuoso, e que, com o passar do tempo, vamos ficando redondas, sem arestas, e cada vez mais parecidas. E, no entanto, como descobrir, no meio das pedras todas, aquela que fará connosco a travessia até ao mar? E, se a descobrimos, e ela fica pelo caminho ou, ainda, decide mudar de rumo? E eu, seixo que me moldei a outro seixo, num curto percurso apressado, que faço eu sozinha e desgastada? Como me poderei moldar a outro se já nada tenho para limar?
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segunda-feira, julho 28, 2008
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"Não podes fechar a tua porta àquilo que já entrou."
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sexta-feira, julho 25, 2008
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terça-feira, julho 22, 2008
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Segundo Buddha, “Agarrarmo-nos à ira é como pegar num pedaço de carvão em brasa com a intenção de o atirar a alguém; somos nós que nos queimamos.” Que é como quem diz, quando se está de mal com alguém, o melhor a fazer é atirar amor, pois se fizer ricochete, não nos magoará ao atingir-nos. Que é como quem diz, ou estou a ficar mole, ou deve ser da idade.
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segunda-feira, julho 21, 2008
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quinta-feira, julho 17, 2008
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"La douleur, c'est le vide."
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quarta-feira, julho 16, 2008
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